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sábado, 18 de setembro de 2010

Desafio aceito!!!

Desafio um tanto quanto comprometedor né miga Dannie?!? rsrs
Mas como quem está na chuva é pra se molhar, resolvi dar a cara a tapa e encarar esse meme - selecionei as 'levinhas'. Pra não 'queimar' muito o meu filme. rsrs

Agora a bola tá comigo! Depois das nove coisas sobre Dannie, agora, nove coisas sobre Angel.

1 – Início de carreira
Acho que sou jornalista porque a carreira de atriz não deu certo. Quando criança, inventei de fazer teatro. Interpretação fraca, mas tinha muita ginga. Então, a professora de arte só me colocava em musicais. A primeira peça que participei era sobre a natureza. Trilha musical: “Passarinho quer dançar, o rabicho balançar quando acaba de nascer. Thu-thu-thu-thu...”.
Eu estava de maiô, toda cheia de brilho e com duas enormes asas que a teacher fez. Meus braços fininhos ficaram vermelhos com aquelas apertadas fitas usadas para garantir um vôo perfeito. A Tia ficava atrás da cortina só passando as coordenadas. Quando a música dizia: “É dia de festa. Canta sem parar...”; a gente tinha que bater as asas devagar. Quando começava a parte do “Passarinho quer dançar, o rabicho balançar...”; era para dar mais velocidade ao vôo.
Quando via o aceno dela para aumentar a velocidade... Eita laskeira!!! Velocidade 1000!!! Saia como uma doida pelo palco, correndo e balançando as pesadas asas o mais rápido que podia. Nessa maluquice acabei quebrando minhas asas. Todo mundo saiu vivo da peça e eu, toda ‘arrebentada’ como um passarinho balado. kkkk.
Mas isto me rendeu o papel de protagonista na próxima peça: Eu era a Emília! Me dediquei como ninguém. Mas na hora do ‘show’, a fita k-7 onde estava gravada a música - “Numa caixa de costura... Pano, linha, agulha... Nasceu uma boneca valente...” - deu pau! Detalhe: eu estava dentro de um baú. Tava tanto calor ali dentro, que quando sai, tava igual a um urso Panda com a maquiagem toda borrada.

2 – Trauma de água
Adoro praia, mas não sei nadar. Tem uma história para explicar isso: Quando cheguei em Santarém fiquei maravilhada com tanta água. Minha primeira viagem à região ribeirinha foi para conhecer a comunidade onde meu pai nasceu – no rio Arapiuns. Eu via aquele monte de guri perdurado na lateral do barco em movimento e comecei a fazer o mesmo. Já estava craque. Uma vez, acharam de lavar o barco e não tiraram todo o sabão em pó. O ‘bicho’ ficou lisooo... Daí que, estava lá na frente, me sentindo a Rose de Titanic, deu fome e resolvi entrar. Mas como toda criança que não tem o fazer, fui pelo lado de fora com o objetivo de entrar pela janela. Escorreguei e cai!!! Sem pensar em nada, segurei num ferro e fiquei lá uma ‘eternidade’... caladinha! Até hoje não me lembro de nenhum pensamento. Acho que nem pensei nada na hora! Travou! Tava só de calção. Meu corpo parecia uma folha de papel colada no lateral do barco em movimento. A água empurrava meus pés para debaixo do 'Titanic'. Até que o comandante me viu, abandonou o leme, e me puxou pelos cabelos que, na época eram enormes. Continuei muda. Só quando vi minha mãe chorando é que percebi que poderia estar morta. De lá pra cá, só fico no rio até onde meus pés sentem a terra. Se a água passa do pescoço, tô caindo fora.

3 – Rádio Paupixuna
Quando pequena, era dona de uma rádio. O nome dela era Rádio Paupixuna: Potência em Comunicação! Kkk. Ela funcionava no quarto do meu irmão André. Ele e meu primo eram meus funcionários. Eu era a locutora de um programa de variedades. Meu irmão e primo eram os entrevistados, os cantores, os ouvintes. Eles eram o que eu queria. Eu dava até tarefa de casa pra eles, do tipo, compôr uma música para o próximo programa. O lançamento do 'sucesso' era um ‘auê’ só. Gravamos todos os programas em fitas k-7. Só a gente ouvia.

4 – Bicicletinha descontrolada
Minha irmã Ana sempre foi muito mais audaciosa que eu. Aprendeu andar de bicicleta num dia e no outro já queria me levar. Deixei. Fomos aos jogos olímpicos de uma escola perto de casa (quem é do Mapiri sabe qual é.. hehe). Na ida foi tudo beleza. Só que na volta, como tínhamos saído escondidas dos nossos pais, ela teve que acelerar nas pedaladas. Resultado: quando chegou no ‘coração’ do Mapiri, ela invadiu a banca de uma velhinha que vendia frutas e verduras. Eita! Foi um prejuízo só! Enquanto a Ana ajuntava os produtos com a velha – que tava muito ‘p’ com a gente – eu largava a porrada na Ana de tanta raiva! Rsrsrs. Desculpa Ninha!

5 – Chiquititas
Essa eu queria deletar da minha vida: No ensino fundamental, eu e um grupo de amigas queríamos ser Chiquititas! Pode? Decorávamos as falas das personagens, ensaiávamos as coreografias... Montamos até um fã clube que saiu na Revista Contigo Criança. Quando a gurizada de Santarém viu... Pegou o endereço e foi bater na casa da minha amiga. Era um alvoroço só! Pagamos o maior mico porque não tínhamos estrutura para o grau de fanatismo das meninas.

6 – Já dei o meu sangue pela dança
Daí que já fui dançarina. Não falo da dança do Passarinho e da Emilia. Profissional mesmo! É...!!! Fiz Ballet, Jazz e até Street Dance... Nesse último eu me encontrei! Rsrs.
Em 2003, eu e outros dançarinos, participamos do Festival Internacional de Dança da Amazônia – FIDA - no Teatro da Paz, em Belém. Fomos representar a Igreja da Paz (Dom Divino) e a Academia Plena Forma (Expressão do Tapajós). A dança misturava passos com cadeira, bengala e instrumentos musicais. Eu abria a apresentação com um solo de saxofone. Quando entrei no palco para dançar e tocar, não via ninguém, só aquele ‘besta’ canhão de luz no meu rosto. Comecei o solo. Quando ouvi o grito da galera que eu não via, me empolguei. Botei pra lascar! Tanto, que em um dos passos, voltei o saxofone com tanta força a boca, que acabei me machucando. Sai de lá com os lábios cheios de sangue.

7 – O Poder dos sonhos
Essa quase ninguém sabe: Meu primeiro – e único – namorado foi meu ex-futuro marido. Confuso né? Confusão foi o fim do namoro. Eu tive um sonho. Daí fui dá uma conferida no email dele – NUNCA façam isso.. é feio! Daí que consegui as informações necessárias para ter certeza de que não tenho vocação para cuidar do filho da outra. Essa foi cruel! Pior que da Chiquititas.

8 – Cego ao quadrado
Nunca fui boa em transmissões ao vivo. Na primeira vez que o desfile da Semana da Pátria foi realizado no período da noite em Santarém, me colocaram no link. Era tanto treme-terra perto de mim que não conseguia nem ler. Resolvi improvisar e falar o que tava vendo. Quando chegou o pelotão da ADEVIBAM, anunciei a participação e não me contentando apenas em falar a sigla, resolvi dizer o que ela significava. Só que na hora, esqueci! Aí soltei: Estão agora na avenida os alunos atendidos pela Associação de CEGOS VISUAIS! Aff... Na hora quis morrer!!!!!!!

9 – Karatê Kid
Essa é para terminar de 'acabar' comigo: Quem não se lembra do tão queridinho Daniel Larusso - o Daniel Sam? Aquele discípulo do Senhor Miyagi... Pois é! Ele era meu marido! kkkkkkkkkk. Eu, com toda a minha loucura acreditava - MESMO - que ia ser a Senhora Larusso. Do Pará para o mundo! rsrs. É pra acabar! Faltava morrer quando o guri aparecia na TV. Ô besteira... Aquilo era uma dor de barriga!  kkkkk.

Bom, para a mulherada da década de 80 que curtiu o guri, olha ele aí embaixo!
Ralph Macchio - o Karatê Kid, depois de alguns pesados e sofridos anos. Hum... Prefiro o do filme! rs

Visite o Blog da Dann 
O endereço de lá é : http://dannieoliveira.blogspot.com/2010/09/9-coisas-sobre-mim.html

2 comentários:

J.Marcos disse...

Amei cheiro! Tem q ser tú mesmo!

Marcia Reis. disse...

Ahahahahahahahahahahaha.......pelo amor de blablabla.....mana lendo parece que imageino as coisas acontecendo...........ahahahahah....qualquer hora dessa vou passar as etapas da minha vida a limpo tb, é claro que algumas partes podem ser censuradas....eheheheheheheh....te adoroooooooooooooooooooooooo